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24 de nov. de 2010

Os três ganham...

A situação entre o Richarlyson e o São Paulo nunca foi das mais harmoniosas. Ele era sempre o principal alvo das torcidas organizadas do tricolor paulista. Mesmo quando ele ajudou o time a conquistar o título do Mundial Interclubes e os três Campeonatos Brasileiros, ele nunca deixou de ser xingado pelos torcedores, que afirmavam que eles eram chamados de “bambis” por causa dele.
A questão é que, pelo menos com a Diretoria, Richarlyson era bem visto como jogador de futebol. Um bom volante, raçudo, com vontade de defender o clube e de dar o melhor dele para que o Tricolor saísse vitorioso. Mas, após algumas expulsões por reclamação, a situação entre ele e os paulistas está insustentável, e uma pergunta fica: quem sai ganhando nessa possível transferência para um clube carioca (seu destino será o Fluminense ou o Botafogo)? Quem sai perdendo?
Eu diria que todos ganham. O jogador vai sair de um time com uma torcida que nunca reconheceu seu futebol e de um time que já não o vê com bons olhos. Nessas horas, se existem equipes grandes dispostas a arriscar por um jogador guerreiro e de bom nível técnico, o melhor para ele é realmente ir embora.
Mas se ele é tão guerreiro e tão bom quanto eu digo, por que é bom para o São Paulo que ele saia? O São Paulo estará perdendo um grande jogador, mas nenhum grande jogador é tão bom assim se não tiver vontade de jogar, e isso o Richarlyson já não tem mais. Além de que o jogador se tornou muito indisciplinado.
Essa transferência também é boa para o clube que o contratar. Quando o Ricky (como é chamado) respirar novos ares no futebol, certamente mudará de atitude e passará a jogar bola, como sempre fez.
Resumindo, nessa transação todas as partes são beneficiadas, e não tem motivo algum para que essa não ocorra.

10 de out. de 2010

O São Paulo contratou o Carpegianni... Merda!!! - (Parte 2)

Ao postar sobre a transferência do Paulo César Carpegianni ao São Paulo, eu falei que iria postar novamente postando sobre o mesmo tema, porém com outro ponto de vista com relação ao mesmo assunto.
Zico jogou mais de 12 anos seguidos pelo Flamengo. Fidelidade
Eu disse que iria falar sobre a infidelidade dos jogadores, mas estive pensando sobre isso, escutei algumas pessoas e cheguei à conclusão de que não se trata de fidelidade ou infidelidade. Trata-se de quem paga mais, de quem tem mais dinheiro e torcida.
E é aí que vem o problema: no campeonato mais disputado do mundo, algumas equipes tem elencos ridículos, enquanto outros tem elencos fantásticos, que ganham Mundiais Interclubes, etc.
A questão é que, com os salários gigantescos que são pagos aos jogadores e treinadores, eu não sei se 50 mil faz tanta diferença.
E será que o dinheiro tem mesmo que dominar o futebol? O Pelé e o Zico jogaram mais do que qualquer jogador que atua atualmente no futebol brasileiro e não recebiam tanto quanto qualquer jogadorzinho ganha hoje. Talvez seja até por isso que a fidelidade antigamente era bem maior. O dinheiro não fazia muita diferença. Ruim para o futebol. O equilíbrio poderia ser bem maior.

4 de out. de 2010

O São Paulo contratou o Carpegianni... Merda!!! - (Parte 1)

Nos últimos dias, o São Paulo contratou o treinador Paulo César Carpegianni, do Atlético Paranaense. Vou separar as minhas analises sobre esse assunto em duas partes. A Parte 1 falará sobre o São Paulo, que vive tirando bons jogadores de outras equipes. Já a parte 2 falará sobre a infidelidade dos treinadores e jogadores com seus clubes.
Uma situação tem me irritado muito nos últimos anos. O São Paulo vem adquirindo todos os jogadores ou profissionais que aparecem bem em algum clube qualquer.
Isso já me irrita muito pelo fato de que ele é o único no Mercado que faz isso. Existem muitos times grandes no futebol brasileiro, mas o único que passa a mão no que é dos outros é o São Paulo. E o que acontece com isso é o mesmo efeito que acontece hoje com a Seleção Italiana: a falta de novas promessas, jogadores com potencial futuro. Por outro lado, os times do São Paulo são sempre mais fortes e mais experientes, acabando com o equilíbrio no Brasileirão, como citado no post anterior.
O que me irrita profundamente é que o São Paulo não é um time qualquer no futebol nacional com relação às categorias de base. O Henrique é o maior exemplo. Enquanto o São Paulo quis pegar do Coxa o Marlos, Marcelinho Paraíba, Carlinhos Paraíba, entra outros, ele dispensou o Henrique, muito bom jogador e que vem fazendo ótimos jogos pelo Vitória. E aí volta o problema. Daqui a pouco o São Paulo estará recapturando o meia ofensivo do time baiano. Agora eu me pergunto se não nada que alguém possa fazer para evitar que um time desses deite e role no mercado nacional. Por que será que no patrimônio dos paulistas ninguém mexe? É complicado, e eu só sei que isso tem que ter um fim. 

17 de set. de 2010

"O Soberano", de Carlos Nader




Gosto muito de quando misturam a arte com o esporte. Músicas e filmes servem pra quebrar o galho de todos aqueles que têm que escutar e assistir sobre amor e traição o dia inteiro.
Por isso, sempre que posso estou escutando a música “É uma Partida de Futebol”, do Skank. Já vi várias vezes o filme “A Batalha dos Aflitos”, que fala da partida entre o Náutico e o Grêmio, ocorrida em 2005, entre outros filmes que falam não somente de futebol, mas também de basquete, tênis, etc.
E hoje estreou oficialmente o filme “O Soberano”, produzido pelo fanático diretor Carlos Nader.
Não sei se eu vou ver o filme no cinema. Pra falar a verdade, não gosto do São-Paulo, mas o filme deve estar bom, então está aí uma dica de filme pra você são-paulino, e pra quem não é também. Basta gostar de futebol.
Quando eu assistir o filme (o que deve acontecer ainda esse ano), eu falo pra vocês o que eu achei. E você, se chegou a assistir, comenta falando o que achou.
E ai vai o trailer.